MENU



Neste sábado (02), às 21h, o Atlético bateu o Cruzeiro por 3 a 1 no Mineirão, em partida válida pela 14ª rodada do Brasileirão.
Mesmo com o mando de campo celeste, o Cabuloso começou o jogo desligado, enquanto o Galo estava com a intensidade lá no alto. O resultado disso veio aos 12 minutos, quando Renan Lodi jogou a bola para a área, Cassierra ajeitou e Alan Minda marcou o primeiro gol do confronto. Ainda assim, a Raposa parecia não ter entrado na partida de vez, fazendo com que o alvinegro tivesse total controle sobre a partida. E, mais uma vez, isso foi visto em campo. Em contra-ataque, Cassierra lançou Minda para o campo de ataque, onde o equatoriano driblou Kaiki Bruno e foi ao chão. Inicialmente, o juiz mandou o jogo seguir, mas, após revisão do VAR, ele marcou a penalidade, que foi convertida por Maycon, aumentando a vantagem no placar para 2 a 0. Após o segundo gol atleticano, o Cruzeiro finalmente acordou e passou a tentar diminuir o placar, mas sem sucesso, pois não conseguia arranjar meios de penetrar a defesa adversária, fazendo com que o primeiro tempo terminasse com a equipe celeste com uma desvantagem de dois gols no placar.
A segunda etapa seguiu do mesmo jeito. A Raposa tinha a bola, mas sem levar perigo ao gol de Everson. Do outro lado, o Galo controlava o jogo e tentava contra-ataques rápidos, jogando no erro do rival. O jogo seguiu equilibrado até os 72 minutos, quando o atacante celeste Arroyo segurou Renan Lodi e impediu um ataque promissor alvinegro, levando o segundo amarelo e deixando o Cruzeiro com 1 a menos em campo. Com isso, o Atlético passou a ter a partida ainda mais na mão, já que possuía um jogador a mais na partida, estava com dois gols à frente no placar e chegava com perigo ao gol de Otávio e, com a junção dessas coisas, o Galo ampliou o marcador. Aos 27 do segundo tempo, o lateral Renan Lodi realizou um cruzamento milimétrico para Cassierra, que cabeceou a bola para o fundo do gol, ampliando o placar para 3 a 0. E como tudo que está ruim pode piorar, 3 minutos depois, Kaiki Bruno chegou forte em Natanael e foi expulso após nova revisão do VAR.
Com o jogo na mão e com a oportunidade de ampliar ainda mais o marcador devido aos 2 jogadores a mais em campo, o Atlético se preparava para voltar a se jogar para cima do Cruzeiro. Entretanto, após 4 minutos da expulsão de Kaiki, Lyanco chegou de maneira perigosa em Bruno Rodrigues, levou o 2º amarelo e foi mandado mais cedo para o vestiário. Mas, antes de se retirar do gramado, ele e Renan Lodi tiveram uma forte discussão em campo, em que o lateral cobrava Lyanco pela falta de controle, dizendo que haviam conversado sobre isso no vestiário, e com o zagueiro dizendo a Lodi que não havia acertado Bruno Rodrigues, que a expulsão não era justa.
O jogo havia se tornado uma caixinha de surpresas. Uma expulsão no time celeste, um gol atleticano, outra expulsão no Cabuloso e uma expulsão alvinegra. E isso não foi o fim dos acontecimentos inacreditáveis do clássico. Aos 39 minutos do segundo tempo, 5 minutos após o cartão vermelho para o Lyanco, uma bola foi levantada na área do Galo, mas sem sustos para Everson. Entretanto, o zagueiro Júnior Alonso levou o braço ao rosto de Kaio Jorge, cometendo um pênalti a favor da Raposa. O mesmo Kaio Jorge cobrou e diminuiu o placar para 3 a 1, mas ali já era tarde para buscar uma reação para sua equipe.
Agora, ambos os clubes enfrentarão desafios continentais fora de casa. O Cruzeiro enfrenta a Universidad Católica, do Chile, na quarta-feira (06), às 23h, enquanto o Atlético volta a campo nesta terça-feira (05), às 19h, contra o Juventud de Las Piedras, do Uruguai.
Imagem: Pedro Souza / Atlético



